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segunda-feira, 8 de outubro de 2012
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
lançamento
PARA SALVAR O PLANETA LIBERTE-SE DO CAPITALISMO
Hervé Kempf afirma que o
capitalismo impõe um modelo individualista de comportamento, marginalizando as
lógicas coletivas. De acordo com o autor, um novo modo de vida é possível e ele
já está a nossa porta. Todos certamente desejam uma sociedade que prioriza o
bem comum ao lucro, a cooperação à competição, a ecologia à economia. Kempf defende uma
sociedade que coloca a prevenção do colapso da biosfera como objetivo da
política humana e conclui que isso só pode ser atingido pela justiça social. Então
como podemos alcançá-la? Simplesmente pensando de maneira diferente. É preciso ter
consciência de que o individualismo de hoje fecha, ao passo que a solidariedade
libera. E depois é preciso que se faça isso, pois somos cada vez mais numerosos.
A solidariedade, o senso comum, a divisão, a cooperação não são uma escolha
moral, mas uma exigência imposta pela harmonia pessoal e coletiva, exceto se
preferirmos viver em estado de permanente conflito. Além do mais, é necessário
refletir sobre o preço de determinados avanços e do próprio dinheiro que jorra:
água contaminada, elevada taxa de câncer, ar poluído, animais e aves mortas.
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
lançamento
PORQUE SOMOS INFELIZES
Se sei que devo morrer não entendo porque devo ser feliz. A diferença entre o homem e o animal está toda nesta consciência, pelo que a infelicidade é: o elemento constitutivo da condição humana, que num tempo as religiões e hoje as psicoterapias ou drogas descobertas procuram narcotizar em vão. Mas pode-se realmente pensar em encontrar a felicidade através da negação da característica da condição humana? Como escreve oportunamente Edoardo Boncinelli: "A infelicidade não é um acidente, é um destino."
Além de Boncinelli, que aborda o problema de uma perspectiva genética, o livro apresenta o trabalho de eminentes psiquiatras e psicanalistas, como Maurizio Andolfi, Vittorino Andreoli, Eugenio Borgna, Bruno Callieri e Paolo Crepet que cuida desta coletânea de ensaios, cuja intenção é desmascarar os falsos remédios que nos são propostos todos os dias por quem tira proveito da da infelicidade difundida, para vender aquilo que já Ésquilo chamava de "esperanças cegas (thuphlás elpídas)." Com a clareza do cientista que não se encanta com as esperanças cegas, Boncinelli adverte-nos que a natureza gera-nos para a continuidade da espécie e não para a felicidade do indivíduo. Mas para que os indivíduos não se desmotivem, uma vez alcançada esta consciência, a natureza fornece uma série de enganos que são os desejos do indivíduo, os seus planos, os seus investimentos, os seus entusiasmos, particularmente vividos na idade juvenil que é também a estação mais fecunda para a geração. "Resistiríamos até à idade reprodutiva - o alvo que interessa à natureza – se não tivéssemos esse tipo de trapaça para crianças, que não nos deixa ver perfeitamente a dureza do mundo?" – pergunta-se Boncinelli e responde: "Estou certo que não. Temos uma fase de transição, mas longa, de menor lucidez e damos graças a Deus. Doutra forma estou convencido de que muitas pessoas abandonariam este mundo bem antes da morte natural.".
A esta infelicidade de base, que podemos chamar "biológica" se acrescenta uma "cultural" causado pelo fato de que o indivíduo promove desejos, projetos, investimentos que, escreve Boncinelli, são "uma mola na base de toda a civilização e de toda a evolução cultural, mas também uma bola de ferro nos pés, uma corrente, um desconforto, uma amplificação da infelicidade sobre toda a vida ", porque os nossos desejos são quase sempre desproporçionados com a nossa capacidade de realização, e a diferença entre o desejo e a sua realização é fonte de uma nova infelicidade.
Sobre esta tema voltam as belas páginas de Eugenio Borgna que, depois de ter examinado todas as formas patológicas de felicidade e infelicidade, e os remédios farmacêuticos que absorvem os sintomas, mas não dão um horizonte de significado, afunda radicalmente o olhar sobre a condição trágica do homem que não pode viver sem uma produção de sentido, em vista da morte que é a implosão de todo o significado. Tomada na sua dimensão abissal, esta infelicidade não é tratável com medicação, mas pode ser minimizada através da intensificação das relações interpessoais, daquelas afectivas àquelas de cuidados, recuperando a essência constitutiva do homem que a natureza prevê como "animal social".
Mas que tipo de sociedade é esta que nos rodeia? Uma sociedade que nos enche de objectos a serem consumidos, escreve Paul Crepet, que estão no lugar de relações falhadas. Uma sociedade que mede a felicidade pelos rendimentos e não pela circulação dos sentimentos, até ao ponto, sempre em nome dos rendimentos, de fazer da infelicidade um businnes. Na verdade, escreve Crepet: "assistentes sociais, religiosos, psicólogos, psicoterapeutas, psiquiatras, filósofos, organizações voluntárias, farmacêuticos, até mesmo as prostitutas veriam a sua renda reduzida se, de uma só vez, ou se por magia, a maior parte dos infelizes deixassem de o ser. "Para não falar também do controle social que colhe uma indiscutível vantagem da infelicidade: "porque é mais fácil controlar pessoas resignadas e impotentes, ao invés de pessoas vitais e com ideias"
Sobre a infelicidade coletiva vivem também as religiões "prometendo uma felicidade pós-morte", garantindo assim a suportação da infelicidade nesta terra, até induzir a viver os momentos de felicidade com um sentimento mal disfarçado de culpa, porque provar a felicidade nesta terra poderia reduzir a fé na vida após a morte. Mas, apropriadamente observa Crepet, não menos insidiosa, é a mensagem subjacente em todas as formas de publicidade que, para convidar-nos a consumir, diz-nos que a vida é agora (Life is now). E se a religião alimenta-se de infelicidade, projetando a felicidade noutro mundo, a cultura da nossa sociedade, focalizada no presente, exclui que o futuro da vida individual e social pode ser melhor que hoje.
Mas se esta é a condição humana, não é que para viver é necessário, pelo menos em parte, cortejar a nossa loucura? Esta é a mensagem do psiquiatra Vittorino Andreoli, segundo a qual: "Para viver é preciso estar fora da realidade, ser portanto como os loucos que a esqueceram, para poder suportar estar no mundo e continuar a ser homens, homens sem sentido, porque, de fato a condição humana não tem nenhum."
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
leitura
GRANDE LEITURA
Quem gosta de ler em voz alta? E quem gosta de ouvir alguém lendo um livro? É fascinante quando as palavras de um livro soam na voz de uma pessoa, impossível não lembrar dos filmes Fahrenheit 451 e O Leitor. Quando éramos pequenos e não sabíamos ler, a voz de nossos pais e avós cantavam as palavras dos livros. Ainda existe a leitura em voz alta e também temos os audiolivros, mas o que vocês acham deles?
Algumas experiências, como a leitura de uma poesia, podem ser potencializadas pela leitura em voz alta.
Olha só, que interessante! Estão fazendo uma "Grande Leitura" do livro Moby Dick, de Herman Melville, são várias pessoas que fazem a leitura, cada uma faz sua parte e ao final temos a gravação do livro inteiro. O projeto reuniu muita gente (inclusive famosos) e conta também com imagens de artistas contemporâneos renomados.
Nós adoramos a ideia e esperamos que um dia nossos leitores se animem para fazer uma grande leitura dos nossos livros!
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
música e literatura
JUKEBOX LITERÁRIO
Vocês já leram algum livro e pensaram "essa parte me lembar uma música" ou "se esse livro virasse um filme eu já sei qual seria a trilha sonora"? Vocês gostam de ler ouvindo música ou só no silêncio?
Nós simplesmente adoramos o Literary Jukebox, vocês já conhecem? O site de Maria Popova traz sempre a citação de um livro acompanhada por uma música que tem tudo a ver com a citação!
Agora vocês podem pensar nas músicas que combinam com o seu livro preferido! Nós estamos pensando nas músicas que combinam com os livros da Saberes Editora. O Livro dos Signos, por exemplo, não combina com a música Age of Aquarius? E o livro Onde estão as moedas? combina com a música Como Nossos Pais, vocês não acham?
Essa é a dica de hoje!
terça-feira, 11 de setembro de 2012
astrologia
SEU SIGNO
Hoje vamos falar sobre os virginianos. Quem quiser saber mais, já sabe: é só ler O Livro dos Signos, da Maria Eugênia de Castro!
Quem é Virgem na via positiva?
Aprimoramento, amor maduro, padrão de qualidade, sentido de utilidade, prestação de serviços, saúde física, sistemas e métodos, perspicácia, organização e sentido prático.
Quem é Virgem na via negativa?
Culpa pelo prazer, trabalho compulsivo, sabotagens, hipocondria, manias generalizadas, crítica impiedosa, "pré-ocupações", sentimentos de exploração, frieza nas relações e ceticismo.
O que o Virginiano mais detesta?
Desorganização, ociosidade, gente pouco prática, falta de higiene, inércia, preguiça, infidelidade, desemprego, delírios emocionais, descaso com a saúde, quebra da rotina, superficialidade e imperfeições.
Celebridades de Virgem
Goethe, Richard Gere, Di Cavalcanti, Paulo Coelho, Nelson Rodrigues, George Bernard Shaw, Alfred Hitchcock, Sophia Loren, Juscelino Kubitschek e Fernando Sabino.
Virgem e os demais signos
Touro e Capricórnio: altas afinidades
Câncer e Escorpião: boas amizades
Gêmeos e Sagitário: desafios estimulantes
Leão e Libra: grande cooperação
Áries e Aquário: bons exemplos
Peixes: encontro necessário
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
gastronomia
BARATINHA FRITA
Cada um tem o seu gosto, tem gente que não gosta de fígado de boi ou de coração de galinha, algumas pessoas que adoram aqueles queijos bem fortes,outras que preferem ficar bem longe das verduras, é uma questão de gosto, mas também estamos falando de tabus alimentares. Por exemplo, para a maioria dos brasileiros é estranho comer carne de cachorro, pois para nós é um animal de estimação, mas em outro lugar a carne de certas raças de cães é uma iguaria! E você? Comeria carne de cachorro ou uma baratinha frita?
Se você gosta de viajar e ficou curioso com a tradição alimentar de outros países e com os tabus gastronômicas, que tal ler O Mundo à Mesa,do Chef Kumalè. Ele viajou pelo mundo só para contar como as pessoas se comportam e o que elas comem à mesa! O livro foi recomendado pelo Correio Braziliense na última sexta-feira, dê uma olhada aqui.
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